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Durante velório, irmão afirma que morte de gari após atropelamento foi repentina: 'Estava bem'
11/02/2019

Cristiano Lopes da Silva, de 46 anos, havia quebrado as duas pernas e se recuperava, quando teve piora no quadro. Autor do crime estava bêbado, segundo Polícia Civil. Cristiano Lopes da Silva morreu após ser atropelado por carro em distribuidora de Aparecida de Goiânia Reprodução/TV Anhanguera O corpo do gari Cristiano Lopes da Silva, de 46 anos, está sendo velado, nesta segunda-feira (11), na casa em que ele morava em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Ele morreu uma semana depois de ser atropelado por um motorista bêbado em uma distribuidora de bebidas. Irmão dele, o autônomo Eliton Lopes da Silva, de 54 anos, contou que a morte do parente foi repentina. “Ele estava bem. Estava todo mundo alegre porque ele estava se recuperando. De uma hora para outra, quando é fé, recebo a ligação falando que ele morreu”, contou o irmão. Cristiano estava internado no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) desde que sofreu o acidente, no último dia 3 de fevereiro. O motorista que causou o acidente também atropelou um menino de 2 anos, que teve apenas escoriações. O velório começou por volta de 21h de domingo (10). Segundo a família, o enterro do gari está marcado para as 10h desta segunda no cemitério Memorial do Cerrado. Cristiano não era casado, mas deixa uma filha de 24 anos. A Polícia Civil informou à TV Anhanguera que, após a morte do gari, o motorista do carro que o atropelou deve responder por homicídio. Piora estado de saúde de homem atropelado em distribuidora; vídeo mostra batida Acidente Eliton contou que o irmão esperava o sobrinho sair da distribuidora de bebidas, onde trabalhava, para irem juntos para casa, quando foi atropelado. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento do acidente (assista acima). Policiais militares que estavam no local prenderam o motorista do veículo. Segundo a Polícia Civil, o condutor estava embriagado. Ao passar por audiência de custódia, dois dias depois, ele teve fiança arbitrada em R$ 2 mil, pagou o valor e foi liberado. O menino João Henrique de Sousa Oliveira, de 2 anos, que também foi atingido pelo carro, teve apenas ferimentos leves. O pai dele, o soldador Joaquim Batista de Sousa Filho, estava no local do acidente e disse que mal podia acreditar que o filho havia escapado quase ileso. “Na hora minha reação foi de pegar ele tentar salvar a vida dele, mas o susto foi muito grande. Nem acreditava que meu filho estava vivo”, contou o pai. Veja outras notícias da região no G1 Goiás.
Fonte: G1
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